Oportunidades não são dúvidas no SE, mas no QUANDO!

concepção

“A maior parte do nosso tempo tropeçamos no escuro.”

Seguir em frente, sem saber o rumo certo nem bem o que fazer, acreditar em mudanças e fazê-las acontecer, requer grande força de vontade. A maioria das pessoas se contamina pela fantasia de que por um passe de mágica ou porque “Deus” irá querer, tudo mudará. Se não mudou, foi porque “Ele” não quis, e seguem no mais frustrante serviço de terceirização criado pela humanidade.

Não basta somente se pôr em movimento: uma roda gigante se movimenta, mas não sai do lugar, não leva a novos resultados e só repete os mesmos altos e baixos.

Se satisfazer com um pequeno ganho aqui, um aumento salarial ali (difícil hoje em dia, só no dissídio), um tapinha nas costas de reconhecimento, um chope com o pessoal (para relaxar que ninguém é de ferro), não elimina a angústia, a sensação de incompletude e frustração dentro do peito. Vão-se os inúteis dias úteis com a ânsia pela sexta e o “findi” de descanso e diversão. Cinco dias de tédio, dois velozes dias de “paz” somados a uma depressiva noite anterior à nova jornada da morte.

Independentemente de sentir-se no lugar errado, fazendo o que não gosta, submisso a alguém indevido, poucos fazem algo de concreto para mudar a própria vida. Vão na aba da sociedade que cria empregados pagadores de contas: trabalhe para se sustentar. Passam a ter status de “luxo” aqueles que têm um “estável” emprego público. O problema é que esta estabilidade costuma estar abaixo da linha da felicidade.

Ainda é pouco o incentivo: “trabalhe para ser feliz naquilo que você ama!”

“Superar limites, em busca da realização do propósito de vida, não é para qualquer um. Mas, aqueles que conseguem vivem uma vida que poucos imaginam.”  Livro Anonimato

Sempre (mesmo sendo um termo pouco indicado) alguma luz se acende para a grande maioria das pessoas. O comum é que não a identifiquem, que o medo paralise, uma dificuldade em enxergar o todo. Irônico: quando enfim a luz se acende, ela cega. Pura falta de hábito.

Não existe sucesso imediato, leva tempo e exercício de paciência. Paciência não é passividade, ela é atividade, ação que traz junto a perseverança e a persistência. Paciência é um estado de fazer o que deve ser feito com a tranquila consciência que etapas devem ser cumpridas para atingir o sucesso que está mais à frente.

“Sucesso é darwiniano.”

Sucesso existe e pode ser alcançado por qualquer um, mas não será. Tem a ver com sucessão, não no sentido etimológico, mas no sentido prático. Gradativo, ele é construído através de uma sucessão de fatos, decisões, decepções, percepções, tensões, alegrias e boa dose de resiliência.

“A vida não nos dá certeza de nada. Somos nós que criamos as certezas para a vida.”

E assim, com baixa confiança, a maioria das pessoas segue em frente desperdiçando suas boas oportunidades. Mas… um dia elas voltam. Oportunidades são cíclicas. É comum a perda das oportunidades que aparecem no decorrer da jornada. Elas insistem, de novo, de novo e de novo, com a maioria das pessoas, sem se cansarem, insistindo em deixá-las passar, de novo, de novo e de novo. Normalmente são involuntárias.

Mas elas voltam, sempre voltam. A questão é: QUANDO?!?!

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